Como escolher Imóvel na medida certa

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Grandes áreas de lazer, vários quartos, poucos banheiros? Perto do trabalho ou próximo a uma área de natureza preservada? Antes de comprar, é preciso responder algumas perguntas importantes, para escolher  um imóvel que reflita o seu jeito de morar.

---Comprar um imóvel é uma tarefa que requer, primeiramente, uma boa auto-análise. Solteiros, por exemplo, preferem morar perto do trabalho. Casais com crianças pequenas costumam priorizar prédios com boa oferta de áreas de lazer. E você? Como seria o imóvel mais adequado para o seu estilo de vida? Saiba o que considerar  na hora de escolher o seu imóvel.


Pessoas sozinhas, solteiras, recém-casados, casais sem filhos
Se a renda é apertada, prefira área comum simples e barata de manter (condomínio baixo); do contrário, invista em espaços de convivência incrementados. Avalie se o espaço interno do imóvel é fácil de manter (com poucos banheiros, por exemplo). Você prefere um local mais central ou perto do trabalho? Pense nisso. E não se esqueça de considerar se o imóvel oferece liquidez de venda.

Casal com crianças ou adolescentes, pai ou mãe separados com filhos
O ideal é garantir um espaço interno com vários quartos, para manter o conforto da família. Área comum (de lazer) ampla é importante para entreter as crianças. Pensar nos itens de segurança deve fazer parte do planejamento. É interessante ainda pensar num apartamento com ambientes de convivência (sala íntima, de TV) reversíveis para quando os filhos saírem de casa. A proximidade da escola dos filhos também deve pesar na escolha.

Separados e viúvos (sem filhos vivendo junto)
Localização é importante. Priorize um imóvel próximo do trabalho e dos filhos. Na maioria dos casos, a área comum pode ser mais simples - e, portanto, mais barata de manter (condomínio baixo), para acompanhar uma possível diminuição do patrimônio. Não deixe de pesar a segurança.

Idosos
Nessa etapa da vida, a proximidade da família, da vizinhança e uma localização central são fundamentais. O espaço interno deve ser de fácil manutenção (poucos banheiros, por exemplo), com
infra-estrutura e instalações (elétricas e hidráulicas) em bom estado. Dê preferência a área comum simples e barata de manter (condomínio baixo), para acompanhar eventual queda de renda familiar.
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Para mim, o mais importante era...
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Fazia um ano que eu estava de olho...
Usados também têm vez
Como o estoque de moradias vazias é grande (5 milhões nas regiões metropolitanas do Brasil) e a oferta de crédito também se estende a esse tipo de imóvel, adquirir um apê velhinho pode ser a solução para certas pessoas. A opção por um imóvel antigo - em comparação com os novos - tem como atrativo a localização, especialmente nas grandes cidades, e o preço. "Em geral, vão bem para profissionais liberais, estudantes, casais sem filhos, gente só... Quem gosta do agito da cidade", diz a urbanista Raquel Rolnik. Considere a possibilidade se, além do itens citados, você fizer questão de espaços amplos e tiver disposição para reformar. Mas atenção: ausência de garagem, área comum simples e instalações antigas fazem parte do pacote.

"Cada degrau descido na pirâmide social representa um acréscimo gigantesco de gente, de clientes em potencial", diz Thomaz Assumpção, da Urban Systems Brasil, empresa que faz análise do mercado imobiliário, explicando por que muitas dessas companhias estão investindo em soluções de larga escala e modos racionalizados de construção. Antônio Guedes, diretor de novos negócios da Cyrela, afirma que, "nessa faixa de preço, o ganho depende do volume". Operar desse modo significa erguer edifícios com plantas fixas (que não podem ser alteradas pelo cliente durante a obra), grande número de unidades e paredes de alvenaria estrutural (impossíveis de reformar). A Norcon, quarta maior construtora do Nordeste, dona de um sucesso de vendas destinado à classe média, o Condomínio Reserva Atlântica, em Salvador, faz algo semelhante: tem uma fábrica de pré-moldados. "Subimos as paredes já com rede elétrica e hidráulica dentro", explica Caroline Teixeira, diretora de marketing da empresa. "Tudo indica que o investimento das grandes incorporadoras será em condomínios- clube para a classe média", avalia Mauricio Eugenio, consultor da área imobiliária, descrevendo o novo "queridinho" do mercado. "São imóveis pequenos, com dois ou três dormitórios, com grandes áreas comuns, afastados dos centros, dotados de inúmeros equipamentos de lazer, segurança, dispostos em torres de apartamentos totalizando ao menos 400 unidades", resume. É bom, mas não para todo mundo. A questão é saber se as incorporadoras conseguirão atender a estilos de vida tão variados de camada tão vasta da população.

Cada família, uma sentença A solução em grande escala tem lá seus poréns. "A partir de agora, o mercado vai ser de massa e de nicho e pede empreendimentos variados", alerta Thomaz. "Se o modelo existente for repetido - apenas em versão mais barata -, esse novo público não ficará plenamente satisfeito", argumenta. Ref lexão amparada nas mudanças ocorridas na composição da população brasileira, assim como no esgotamento de certos formatos. "Os apartamentos de quatro dormitórios lançados em São Paulo em 2006 já não têm tanta liquidez", diz Luiz Paulo Pompéia, da Empresa Brasileira de Estudos do Patrimônio (Embraesp), referindo-se à modalidade de imóvel em que tantas incorporadoras investiram nos últimos anos. Outra constatação importante: "O número de pessoas sós vem aumentando, diminui o número de filhos por família e a esperança de vida subiu (a média está em 67 anos). Tudo isso muda a composição familiar", avalia Raquel Rolnik. Como vai ficar? "Imagino que as construtoras pequenas e médias, com menor capacidade de investimento, possam, em busca de competitividade, desenvolver habitações para perfis específicos", diz Celso Petrucci, do Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP). "Outra possibilidade é adaptarem prédios em zonas centrais, como já ocorre no Rio de Janeiro", completa José Conde Caldas, presidente da construtora carioca Concal. A demanda total é de quase 8 milhões de residências novas. "Esse mercado deve se desenhar melhor em cerca de quatro anos. Mas não é uma bolha - e sim um movimento sólido", conclui Wilson Amaral.

Mirando a Copa 2014, investimento em hotéis chega a R$ 2,4 bilhões

Montante será aplicado nas 12 cidades-sede do Mundial



O setor hoteleiro do Brasil projeta investimentos de R$ 2,4 bilhões na construção de 92 novos empreendimentos nas cidades-sede da Copa do Mundo de 2014. Os números surgiram de levantamento realizado pela Jones Lan LaSalle Hotels, a pedido do jornal “Folha de S.Paulo”.

Segundo a reportagem, o volume de recursos deve aumentar, já que na cidade de São Paulo, por exemplo, só está prevista a reforma de um hotel com 126 quartos até o momento.

Peter Vader, presidente da operadora BHG, terceira maior do país, diz que São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Fortaleza são as cidades mais atraentes.

Cidades como Curitiba, por outro lado, apresentam perspectivas mais modestas devido à consolidação da rede hoteleira local.

O estudo também detectou que a grande aposta dos hoteleiros é no segmento de viagens de negócios e na expansão do mercado doméstico, com foco em empreendimentos econômicos e de médio porte.
De acordo com a reportagem, a decisão de instalar novos hotéis considera o potencial de crescimento econômico e a projeção de aumento da demanda nas cidades.

Morar em apartamento

Segurança, lazer e outros atrativos têm levado cada vez mais pessoas a morar em apartamentos. Mas existe a parte difícil dessa empreitada: viver em condomínio. Aproveite as orientações preciosas para escolher um lugar com o seu perfil e ser feliz ali.

--Bem-vindo ao seu apê. Você ajustou o orçamento aqui e ali, deu uma boa repaginada nos ambientes do imóvel e só pensa agora em curtir o dia-a-dia no maior sossego. Até ser acordado, um dia, pelos latidos do cão do apartamento acima do seu, desesperado pela ausência do dono. Ou ser obrigado a aturar um vizinho que vive às turras com os demais porque o jornal dele é surrupiado aos domingos. Já imaginou situações assim? Elas podem ocorrer em qualquer condomínio. "Há pessoas que focam as vantagens desse tipo de empreendimento e esquecem que envolve dificuldades e requer aceitação de regras", diz a socióloga Ana Mércia Silva Roberts, que defendeu tese de doutorado na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) sobre vida em condomínios fechados. Para quem está na fase da escolha do imóvel, os primeiros passos para evitar enroscos são ficar a par da administração dos recursos e investigar se o perfil dos moradores e a rotina do local combinam com seu estilo de vida. Peça para verificar a ata das assembléias, onde consta a rotina do prédio. Ela pode dar sinal verde ou vermelho para o negócio.


A arte de compartilhar
Cada condomínio tem suas particularidades. A administradora de empresas Zélia Lacerda, de São Paulo, procurou um local onde houvesse bastante criança para fazer companhia à sua filha, Vitória, de 8 anos. "Um casal idoso não acharia a menor graça na barulheira da molecada", reconhece. E, como morou mais de uma década numa casa, Zélia estranha a falta de privacidade do novo endereço. "Todo mundo f ica sabendo de qualquer coisa que acontece", comenta. Segundo a socióloga Ana Mércia, conf litos na convivência surgem justamente da contradição entre a tendência de as pessoas se agruparem, especialmente nas grandes cidades, pautadas pela verticalização, e a ânsia por privacidade. "Hoje vivemos tempos mais individualistas. Não é fácil tolerar o que é diferente da gente", argumenta Mércia. Para evitar confusão e estabelecer direitos e deveres, além de organizar a gestão dos negócios, os condomínios elaboram uma convenção, que funciona como uma constituição. "Um condomínio é democrático desde que exista a participação dos moradores", diz Hubert Gebara, vice-presidente de administração imobiliária e condomínios do Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP). Faça valer as leis.
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Optei por um
apartamento maior...
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A vida em condomínio
é um exercício...
No ranking das atribulações, figura também a taxa de condomínio. Ok, freqüentar assembléias não é dos programas mais agradáveis. "Mas é a melhor maneira de avaliar se existe controle austero do dinheiro", diz Rosely Schwartz, professora de administração de condomínios nas Faculdades Metropolitanas Unidas (FMU), em São Paulo. O que pode turbinar as despesas, contudo, é a inadimplência. "Na cidade de São Paulo, calcula-se que a taxa seja de 6 a 8%", afirma Hubert. O calote é um dos motivos de preocupação do chef de cozinha Demian Figueiredo, habitante de um prédio na capital paulista onde moram apenas 12 famílias. "Como rateamos as despesas entre poucos apartamentos, se alguém deixa de pagar, pesa para os demais", diz. A multa em caso de atraso é de 2% ao mês. Um valor maior precisa ser aprovado em assembléia com três quartos dos condôminos. "Primeiro, tenta-se negociar com quem está devendo; se não der resultado, cobra-se em juízo", explica Frederico da Costa Carvalho Neto, professor de direito da Pontifícia Universidade Católica (PUC) de São Paulo. Em geral, aguardam-se pelo menos três meses. "A regra mais importante para a convivência pacífica é o bom senso. Ele evita arbitrariedades", completa Rosely.

Gentilezas fazem a diferença
Os vizinhos olham torto para você? Atenção às dicas de comportamento.

Elevador. "Valem regras à moda antiga - por exemplo, os mais velhos entram primeiro. Também não custa manter a porta aberta para aguardar um morador que esteja se aproximando", diz a jornalista Márcia Zoladz, de São Paulo.
Garagem. Não estacione nem sequer um "minutinho" na vaga de outro. O dono aparece quando a gente menos espera.
Crianças. "Evite autorizar brincadeiras que perturbem o vizinho de baixo. Convém até instalar um piso que absorva ruídos", aconselha a consultora de etiqueta paulista Glória Kalil.
Animais. Escolha raças dóceis como lhasa apso e maltês, e que se adaptem à ausência do dono. Não deixe o cão sozinho em casa latindo sem parar.

O que você deve saber na hora de comprar um carro novo?

O que você deve saber na hora de comprar um carro novo?













 Antes de tomar a decisão de compra de um carro novo é necessário estudar detalhadamente o seu orçamento e estar ciente que o valor gasto não se resume em parcelas e combustível.
Segue uma lista de ítens a se considerar na compra de um veículo:
* IPVA
* Licenciamento
* Seguro
* Manutenção
* Reparos
* Combustível
* Estacionamentos
* Lavagens
* Depreciação
Vale a pena ressaltar que veículo não pode ser visto como um investimento ou moeda de troca. É um bem de alto valor que tem ser adquirido pela razão e não pela emoção, e que perde muito do seu valor apenas por retirar da concessionária.
Como pesquisar o melhor preço? (veículos usados)

Antes de decidir a compra é necessário fazer uma pesquisa e ter como base o valor médio do veículo de interesse. Uma forma de ter acesso a esse preço é consultando índices de preços como a tabela Fipe.
A tabela FIPE é um índice de preço médio feito pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, que considera a variação de preços por região, cor, tipo de pintura, acessórios e opcionais , sendo desconsiderados, para efeito de cálculo, aqueles veículos excessivamente distantes da média. Os cálculos são feitos por região (integrando 24 estados), pois serve de base para o cálculo do IPVA.
O consumidor poderá utilizar a tabela como parâmetro para a compra e venda de veículos. A medição, é feita mensalmente e a tabela é publicada na integra as segundas-feiras no Jornal Valor Econômico. O consumidor pode consultar o preço médio do veículo de interesse pelo site da FIPE Além da Tabela Fipe o consumidor pode consultar os cadernos especializados em carros dos jornais, que saem, geralmente uma vez durante a semana e também trazem a relação dos preços médios dos veículos.
Quais são os tipos de financiamento?
Para a compra de automóvel temos em prática dois tipos de financiamentos, para pessoa física. O CDC que é um empréstimo feito para a compra específica de um bem, e o Leasing que é um contrato de aluguel, mais utilizado em veículos novos, que ao final do contrato o consumidor pode optar em não adquirir o veículo e recuperar parte do valor investido.
Seguem informações detalhadas sobre as duas modalidades:
CDC – Crédito Direto ao Consumidor: O valor pode ser parcelado em até 60 vezes, podendo, o cliente, antecipar e até quitar as parcelas. Nesta modalidade o documento do veículo é registrado em nome do cliente, com a observação de alienação da instituição financeira. O valor das parcelas, geralmente, são mais altas que na outra modalidade, pois o consumidor paga, junto a parcela, o IOF (Imposto sobre Operações Financeiras). No caso de inadimplência a retomada do veículo, por parte da instituição financeira, é mais demorada do que no Leasing.
Leasing – Arrendamento Mercantil: Nesta modalidade a instituição financeira arrenda (paga o preço proposto) o veículo parcelando em até 72 vezes para o cliente. A documentação é emitida em nome da instituição financeira e o cliente não pode antecipar as parcelas ou quitar a dívida, só em contratos de 36 meses após a 24ª parcela. No Leasing as parcelas são mais baixas que no CDC, pois não é cobrado o IOF, mas no caso de inadimplência a retomada do bem é mais rápida por parte da financeira.
O que tenho que saber para contratar uma seguradora?
É necessário saber se o corretor e a seguradora possuem registro na SUSEP (Superintendência de Seguros Privados). Para isso basta entrar em contato no telefone 0800-218484. A SUSEP é o orgão responsável pelo controle e fiscalização do mercado de seguros. Se o negócio for feito com um corretor independente, procure anotar o nome completo do contato, CPF e Registro no SUSEP para fazer uma consulta na – FENACOR- Federação Nacional dos Corretores de Seguros Privados, se o corretor recusar informar os documentos, não feche o negócio.
É interessante fazer uma consulta ao cadastro de reclamações fundamentadas do PROCON no telefone 151, que abrange todo o território nacional, para verificar se consta algum registro em nome da empresa seguradora. Além de ler com atenção o contrato antes de assiná-lo.
Anote todos os pontos de difícil compreensão e procure um posto do PROCON ou um advogado que possa auxiliá-lo na compreensão, se necessário. É muito importante avaliar mais de uma empresa e optar pela que mais atende suas necessidades.
O que saber sobre Franquia?
Franquia é o valor pago pelo segurado no caso de danos parciais, ou seja, é o valor que deve ser pago pelo segurado, no caso de colisão, quando os prejuízos do veículo forem inferiores a 75% do seu valor médio. A franquia só deve ser cobrada quando o veículo do segurado e, em alguns casos, veículos de terceiros tiverem que ser consertados. No caso de perda total, roubo e furto o segurado fica isento do pagamento da franquia.
O valor da franquia é definido com base no valor do veículo, tendo o segurado total autonomia para alterar o valor proposto pela seguradora. Quanto maior o valor da franquia, menor o valor do seguro e assim sucessivamente.
Prêmio é o preço do seguro, o valor que o segurado deve pagar pelo serviço. Ele é calculado com base no perfil do segurado, prazo do seguro, no valor segurado e na exposição do veículo a risco.
Quais são as Modalidades de Seguro?
Desde de 2000 as seguradoras são obrigadas a oferecer entre duas modalidades da cláusula indenizatória de perda total do automóvel. São elas: valor determinado ou valor de mercado Referenciado.
Valor Determinado: é quando o valor a ser pago, no caso de perda total, é o combinado na assinatura do contrato, não havendo variação ou qualquer tipo de consulta. Essa modalidade, geralmente é mais cara, porém o segurado receberá a quantia equivalente a da compra do veículo.
Valor de Mercado: é a garantia do pagamento do veículo com base no valor médio de mercado. Ou seja, no caso de perda total, furto, roubo do veículo a seguradora consultará tabelas de preço de publicações especializadas, exemplo FIPE, para verificar o valor médio do carro, respeitando a data do incidente. Essa é a modalidade mais popular por causa do seu valor reduzido. As seguradoras mantêm uma taxa específica para cada categoria de automóvel, que incide sobre o seu valor e varia conforme e região.
O que é o IPVA?
Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores – IPVA – é um imposto estadual obrigatório cuja alíquota varia a cada estado, de 1% a 6% do valor total do automotor. Anual, o IPVA é cobrado de proprietários de automóveis, motocicletas, aeronave e embarcações.
Sua receita é dividida entre o Estado (50%) e o Município (50%) onde o veículo é registrado, e destina-se, segundo a Secretaria da Fazenda, ao financiamento de serviços básicos de que a população necessita, tais como: saúde, educação, segurança, transporte etc.
O Estado divide o pagamento do imposto em até três vezes, com a opção de 3,0% de desconto para o pagamento a vista. Após o vencimento da primeira parcela ou da cota única com desconto, o contribuinte não poderá parcelar ou efetuar o pagamento com desconto. Caso o contribuinte atrase o pagamento das demais parcelas ou da cota única sem desconto, estará sujeito à multa de 20% e juros de mora calculados pela variação da taxa selic.
Quem está isento do IPVA?
O Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores é obrigatório, porém segue abaixo a relação dos isentos deste encargo, são eles:
* proprietários de veículos terrestres com mais de 20 anos de fabricação;
* taxistas autônomos (táxis pertencentes a frotas pagam o imposto);
* veículos de sindicatos de trabalhadores, consulados, entidades assistenciais e igrejas;
* veículos adaptados especialmente para deficientes físicos;
* veículos utilizados para o transporte urbano e máquinas agrícolas;
* aeronaves e embarcações fabricadas a mais de 30 anos.
Sou obrigado a pagar o seguro obrigatório? Qual é a utilidade?
O Seguro Obrigatório de Danos Pessoais causados por veículos automotores em Vias Terrestres – DPVAT – é obrigatório, por determinação da Lei 6.194/74 de 1974. O seguro tem como objetivo garantir às vítimas de acidentes causados por veículos, ou por suas cargas, indenizações em caso de invalidez permanente ou morte, e o reembolso de despesas médicas. As indenizações do DPVAT são pagas independentemente de apuração de culpa.
O não pagamento deste seguro não resulta em multas ou encargos, porém ele está diretamente ligado ao licenciamento do veículo. Um veículo sem DPVAT é um veículo sem licenciamento.
Qual é o objetivo do licenciamento?
O objetivo do Licenciamento é atestar, anualmente, se o veículo está de acordo com as obrigações referente ao seu uso, como, condições de segurança e conformidade quanto às normas de emissão de poluentes e ruído. Para a emissão CRLV – Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo – o veículo tem que estar em dia com seus débitos referente a multas, IPVA e Seguro Obrigatório.
Sou obrigado a carregar comigo o CRLV?
O CRLV é o comprovante legal do licenciamento do veículo. É um documento de porte obrigatório, conforme a Resolução nº 13/98 do Conselho Nacional de Trânsito – CONTRAN. O não porte deste documento implica em uma multa no valor de R$ 53,20 e três pontos na carteira. (Infração leve). Já a falta de licenciamento do veículo resulta em apreensão do veículo, multa no valor de 191,54 e sete pontos na carteira (Infração gravíssima).

Forbes: Eike Batista é o 8° mais rico do mundo

O bilionário mexicano Carlos Slim Helú ultrapassou os norte-americanos Bill Gates, fundador da Microsoft, e Warren Buffet, megainvestidor e fundador da Berkshire Hathaway, e se tornou o homem mais rico do mundo em 2010, segundo ranking da revista "Forbes".
O brasileiro com a maior fortuna a aparecer na lista é Eike Batista, em oitavo lugar, com US$ 27 bilhões. Segundo a "Forbes", ele foi o integrante da lista que mais aumentou sua fortuna entre 2009 e 2010: o crescimento foi de US$ 19,5 bilhões. No ano passado, a posição de Batista na lista era 61º, com US$ 7,5 bilhões.

fonte .G1

Como escolher uma Imobiliária eficaz?





Como escolher uma Imobiliária eficaz?
  1. Proprietários de imóveis estão insatisfeitos com a visita de clientes sem potencial de compra ou aluguel para os seus empreendimentos
  2. Interessados em adquirir ou alugar imóveis estão insatisfeitos com a falta de percepção dos corretores diante das suas necessidades e desejos
  3. Proprietários e inquilinos, além de compradores e investidores imobiliários, estão insatisfeitos diante da falta de suporte dos corretores - e das imobiliárias - após a concretização dos negócios


Não somente no ramo imobiliário, como também no segmento de veículos, móveis, entre outros, é comum os intermediários das negociações - vendedores - "desaparecerem" após o recebimento das comissões de vendas.
Atender fora do horário comercial, algo constante na agenda de vendedores e corretores antes do negócio ser concretizado, muitos simplesmente "lavam as mãos" após a oficialização de compra-e-venda e deixam as partes envolvidas no negócio desamparadas com suas pendências burocráticas e conflituosas.
Atualmente regulamentada no Brasil pelo CRECI, existem dois perfis básicos de Corretores de Imóveis, na visão do especialista norte-americano em estratégias de vendas de imóveis, Michael Abraham, professor na Universidade de Nova Iorque:
  • Corretor-Pinguim Estão sempre enxugando gelo, por necessitarem constantemente de novos clientes, já que não fidelizam uma carteira comercial sólida.
  • Corretor-Beija-Flor Sempre bem-vindos, oferecem leveza, agilidade e harmonia quando aparecem. Alcançam tamanha simpatia entre as partes que costumam ser chamados e consultados mesmo em situações paralelas ao negócio em que estiverem envolvidos.


Como escolher uma imobiliária?

  1. A imobiliária comercializa imóveis ou assemelha-se à um fiel religioso, sempre lhe fazendo sucessivas promessas? Avalie com cautela as promessas de valorização do imóvel oferecido.
    Fiéis religiosos é que fazem promessas além da capacidade de cumpri-las!
    O que estariam omitindo ou escondendo, ao enfatizarem demasiadamente um imóvel supostamente "de qualidade"?

  2. Existe "foco geográfico" e segmentação ou a imobiliária atira para todos os lados? Dificilmente será possível comercializar um imóvel de alto-padrão nos Jardins em São Paulo através de uma pequena imobiliária localizada no outro extremo da capital.
    "Cada macaco no seu galho!"
    Infelizmente, ainda existem imobiliárias com elevadíssimas despesas, consequência principalmente da falta de segmentação nos negócios.

  3. Disponibilidade excessiva do corretor e da imobiliária ANTES do negócio ser concretizado? Não se trata de uma constante, porém, essa postura geralmente significa um processo de fechamento de vendas sob pressão, em que o corretor/imobiliária "desaparecem" após a concretização do negócio.
    Como todo negócio envolverá uma parte burocrática que precisará ser resolvida após o fechamento inicial entre as partes, nenhuma imobiliária ou corretor que atenda com eficácia os clientes se negará a fornecer referências de clientes anteriores.
    Salvo se estiverem prestando um serviço de Empresas-Pinguins!


Independente de regulamentação na comercialização imobiliária, ainda existem corretores que acreditam na idéia de "pintar o pavão" e "fingir até que a coisa se torne real".
Não somente perdem esse cliente para um futuro negócio, como essa mesma pessoa poderá refletir realisticamente sobre o que lhe foi ofertado e desfazer todo o negócio.
É o chamado Customer Remorse ou Remorso do Consumidor.

Trecho de Investimentos Inteligentes, de Gustavo Cerbasi

PARTE I Onde você vai pisar

O primeiro milhão é o mais difícil. Ou, ao menos, deveria ser. Acredite nessa idéia, caso você ainda não tenha muitos milhões em investimentos. Essa não é mais uma daquelas frases vazias dos livros de auto-ajuda, mas sim uma constatação racional.
Explico-me. Em primeiro lugar, quem começa a investir está também começando a aprender sobre investimentos. É provável que o investidor iniciante sinta-se muito mais inseguro, confuso e assustado com as orientações que encontra do que aqueles que já erraram, acertaram e acumularam conhecimento ao longo do tempo. Costumo dizer que, se você fizer hoje planos de investimento para sua vida futura, é muito provável que seus planos aconteçam melhor ou em menos tempo do que você consegue prever, pois, ao longo dos anos, você os refinará com o acúmulo de conhecimento que obtiver.
Além disso, a afirmação de que o primeiro milhão é o mais difícil pode ser provada matematicamente. Imagine que você tem uma estratégia de investimento conservadora e bem desenhada, como a que conhecerá nas próximas páginas. Seu conservadorismo só lhe permite, por exemplo, investir 10% de seu patrimônio em alternativas arrojadas, com bom potencial de ganho e talvez com risco considerável de perda. Imagine também que, há doze meses, você tinha R$ 100 mil, e investiu 10% desses R$ 100 mil ou seja, R$ 10 mil em um fundo de ações que só investe em pequenas empresas, uma escolha de alto risco, mas que pode oferecer bons ganhos se bem feita. Para sua alegria, o fundo que você escolheu obteve rendimento líquido, no período, de 70% sobre o valor investido. Quanto você ganhou com sua escolha arrojada? Apenas R$ 7 mil, pois o investimento foi de apenas R$ 10 mil no início do período.
Perceba como seu projeto demora a evoluir no começo. Chega a ser desanimador, correr riscos significativos e ganhar apenas R$ 7 mil, diante de um patrimônio de R$ 100 mil. A sensação é a de que seu primeiro milhão demorará uma eternidade a ser alcançado.
Façamos agora um pequeno ajuste no seu exercício imaginário de enriquecimento. Imagine, desta vez, que você tinha R$ 1 milhão há doze meses e que, seguindo a mesma estratégia, você investiu 10% de seu patrimônio ou R$ 100 mil no mesmo fundo. Se o desempenho do fundo foi novamente de 70%, seu ganho foi de R$ 70 mil, dando um grande salto em direção ao segundo milhão.
Nos investimentos, quanto mais você tem, mais você ganha. Este é motivo suficiente para que você se preocupe em correr atrás de seu objetivo ainda jovem. Quanto mais adiar seus planos, mais conviverá com a insegurança e com a sensação de que seus propósitos nunca serão atingidos. Se decidir manter uma vida um pouco mais simples do que a que seus pares levam, apertando um pouco o cinto para atingir seus objetivos em menos tempo, logo chegará o momento em que sua sensação será a de que seu dinheiro jorra da conta bancária, multiplicando-se com facilidade. Quanto mais dinheiro você tiver, mais oportunidades de negócios poderá aproveitar, facilitando a multiplicação de sua riqueza e de seu bem-estar. Com maior esforço, mais cedo você chegará a esse patamar em que a multiplicação é menos dificultosa, e maior será a recompensa pelo sacrifício feito. Em outras palavras, o prêmio tende a ser proporcional ao esforço em persegui-lo.
Porém, esforçar-se não basta. Fazer intensas economias para poupar, mas poupar de maneira ineficiente é o mesmo que fazer tempestade em copo d’água. Um dos aspectos mais importantes dos investimentos é a força com que você multiplica sua riqueza, ou seja, a rentabilidade. Não basta ter dinheiro aplicado; é importante que esse dinheiro se multiplique com vigor, para que você suba na escala social de conforto e bem-estar. Se seu dinheiro não se multiplicar, ao final de muitos anos de investimento você terá apenas o que deixou de consumir. Não terá feito nada além de adiar o consumo que poderia estar fazendo hoje um péssimo negócio. Mas, se conseguir investir com qualidade, você estará abrindo mão de consumo hoje para consumir muito mais amanhã, pois seu dinheiro estará gerando filhotes.
É por esse motivo, investir com qualidade, que decidi escrever este texto. Aliás, este livro não nasceu simplesmente de uma idéia inspirada do autor. Como aconteceu em dois dos livros que escrevi anteriormente, Casais Inteligentes Enriquecem Juntos e Filhos Inteligentes Enriquecem Sozinhos, publicados pela Editora Gente, a idéia do livro, seus tópicos e a abordagem utilizada no texto nasceram quase que espontaneamente por demanda dos leitores dos livros anteriores. Grande parte do conteúdo incluído nesta obra vem de respostas a e-mails que recebi e a perguntas de ouvintes e expectadores feitas através dos programas de rádio e televisão dos quais participo desde 2003, quando lancei meu primeiro livro.
Não só as dúvidas foram importantes para formar este conteúdo. Além delas, recebi também muitas sugestões de investimento de especialistas com quem convivi, ou para quem lecionei ou palestrei, parte delas interessantes, mas parte totalmente furadas e repletas de armadilhas. Das interessantes aproveitei pouco, pois resisto a investir naquilo que não conheço profundamente. Mas as dicas ruins foram muito úteis, por terem motivado algumas pesquisas que resultaram na constatação dos equívocos que muitos cometem e na geração de orientações que você encontrará adiante.
Estão incluídas também neste livro reflexões pessoais, baseadas tanto em boas quanto más escolhas de investimento que fiz. Espero que o leitor não pense que as escolhas de um especialista são infalíveis, pois as escolhas de ninguém o são. São muitas fontes de informação, renovação intensa dos mercados de investimento, muitas alternativas de investimento para escolher, inúmeras normas a respeitar e muito conflito de interesse entre quem vende e quem compra um serviço de investimento. Diante de tantas variáveis, até alguns acertos passam a ser considerados erros, pois ficamos com a impressão de que poderíamos ter acertado mais.
Mas, como acontece com todo investidor de sucesso, em meus investimentos tive a felicidade de acertar mais do que errar. Muito mais, eu diria, pois ainda contei com um momento bastante favorável da economia brasileira para consolidar minha riqueza. Espero que você tenha a mesma sorte. Porém, além da sorte, ofereço nessas páginas idéias e ensinamentos que lhe permitirão dispensar a sorte durante sua trajetória de enriquecimento. Deguste-as com moderação e bom senso.
fonte:http://veja.abril.com.br/livros